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A saúde e funcionalidade dos ombros são cruciais para diversas atividades diárias, desde tarefas simples como alcançar objetos até a prática de esportes. Avaliar a mobilidade e estabilidade do ombro é, portanto, fundamental para identificar potenciais riscos de lesões e planejar reabilitações eficazes. Um estudo recente, publicado na revista PLoS One, buscou estabelecer valores normativos para o Teste de Equilíbrio em Y do Membro Superior (UQYBT) em adultos jovens e saudáveis na Índia.

O UQYBT é uma ferramenta validada para avaliar a função do membro superior em cadeia cinética fechada, analisando parâmetros como mobilidade, estabilidade e risco de lesões. O estudo envolveu 190 participantes saudáveis, com idades entre 18 e 36 anos, divididos igualmente entre homens e mulheres. Os pesquisadores coletaram dados demográficos básicos, como idade, altura, peso e comprimento dos membros, e os participantes realizaram o UQ-YBT, alcançando em três direções: inferolateral, medial e superolateral. As distâncias médias alcançadas foram calculadas para cada membro, e pontuações compostas foram normalizadas usando o comprimento do braço.

Os resultados revelaram que os homens demonstraram distâncias de alcance significativamente maiores do que as mulheres, embora essa diferença tenha diminuído após a normalização pelo comprimento dos membros. Variações relacionadas à idade também foram observadas, com participantes entre 26 e 30 anos apresentando as maiores pontuações de alcance normalizadas. A principal conclusão do estudo é que os valores normativos específicos para idade e sexo obtidos podem servir como referências para avaliar a mobilidade e estabilidade do ombro em adultos indianos saudáveis de 18 a 36 anos. Esses dados podem ser valiosos para profissionais de saúde que trabalham com reabilitação e prevenção de lesões, permitindo uma avaliação mais precisa e individualizada da função do ombro.

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