Saúde Desvendada

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A crescente influência das mídias sociais na disseminação de informações sobre saúde levanta questões importantes sobre a credibilidade das fontes e o impacto na formação de futuros profissionais. Um estudo recente investigou a confiança que estudantes de fisioterapia depositam em influenciadores digitais, revelando insights cruciais para aprimorar a educação médica.

A pesquisa, realizada com estudantes de fisioterapia de universidades polonesas, demonstrou que uma parcela significativa dos alunos segue influenciadores da área e até mesmo adquire produtos endossados por eles. Surpreendentemente, a confiança nesses influenciadores parece ser mais influenciada pelo uso frequente das plataformas digitais e pela percepção de que eles fornecem informações relevantes, do que pelo treinamento formal em avaliação crítica. Isso sugere que os estudantes podem estar priorizando a acessibilidade e a familiaridade das informações encontradas nas redes sociais em detrimento da análise rigorosa e da validação científica.

Diante desse cenário, o estudo aponta para a necessidade de reformular os programas de educação médica, incorporando estratégias de alfabetização digital que reflitam os hábitos de consumo de mídia dos estudantes. Em vez de se limitarem à avaliação crítica tradicional, os cursos devem incluir exercícios práticos que abordem a identificação de sinais de credibilidade questionável e a compreensão das técnicas de persuasão comercial utilizadas pelos influenciadores. Ao capacitar os futuros fisioterapeutas a discernir informações confiáveis em um ambiente digital saturado, a educação médica poderá garantir que eles tomem decisões informadas e promovam a saúde de seus pacientes com responsabilidade.

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