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Um estudo recente investigou os efeitos da estimulação nervosa auricular transcutânea (taVNS) e da estimulação nervosa auricular do trigêmeo transcutânea (taTNS) no sistema nervoso autônomo. A pesquisa, publicada na revista Neuromodulation, explorou como essas técnicas podem influenciar a frequência cardíaca, a pressão arterial e a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) em indivíduos saudáveis.

O estudo randomizado e controlado envolveu 80 participantes saudáveis, divididos em quatro grupos: taVNS, taTNS, estimulação simulada de taVNS e estimulação simulada de taTNS. Os participantes receberam estimulação auricular bilateral por 30 minutos, com diferentes intensidades de corrente. Os resultados mostraram que tanto a taVNS quanto a taTNS diminuíram a frequência cardíaca e aumentaram significativamente a VFC. A taVNS, em particular, demonstrou ser mais eficaz na redução da pressão arterial sistólica (PAS) e no aumento de uma medida específica de VFC conhecida como RMSSD, em comparação com a taTNS.

Essas descobertas sugerem que a estimulação nervosa auricular pode ter um impacto positivo no sistema nervoso autônomo, potencialmente auxiliando na regulação da pressão arterial e da frequência cardíaca. A VFC é um indicador importante da saúde cardiovascular e da capacidade do corpo de se adaptar ao estresse. O aumento da VFC observado no estudo indica uma melhora na função autonômica. Embora promissores, os autores enfatizam a necessidade de mais estudos a longo prazo e com diferentes áreas de estimulação para obter uma compreensão mais profunda dos benefícios e aplicações da taVNS e da taTNS para a saúde.

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